Toda semana surge uma novidade. Quase nenhuma merece sua reação.
O Vale recomeçou em torno de uma ideia: a empresa não cresce mais somando gente, cresce somando capacidade de IA.
Em 2026, isso deixou de ser promessa. A Cursor chegou a US$ 2 bi de receita recorrente com ~50 pessoas. Startups IA-nativas faturam ~US$ 3,5 mi por funcionário — cerca de 6× o software tradicional, com times 40% menores.
Surge o "vibe CEO" — o fundador que gerencia agentes de IA em vez de pessoas. Fundadores-solo já são mais de um terço das novas startups.
A lógica IA-first vale para qualquer empresa, não só startup de tech: muda a métrica, o desenho do trabalho e o foco.A pergunta deixou de ser "quantas pessoas você tem" e virou "quanta receita cada pessoa gera" — mas time minúsculo tem um custo escondido: fragilidade.