Ocupado virou status. E status não é entrega.
Agenda cheia, e-mail às onze da noite, semana de sessenta horas — tudo isso passou a ser lido como sinal de comprometimento. É aí que mora o engano que trava a alta performance: confundir volume de trabalho com valor entregue.
O executivo que se orgulha da maratona está, em boa parte dela, apenas ocupando a cadeira.
Este frame existe para parar de medir esforço e passar a projetar resultado.